Sylvia Plath e a sua obra têm sido encaradas sob diferentes
perspectivas, todas elas parcelares e quiçá erróneas. Há quem veja nela
mártir romântica, autora de uma obra vivida intensamente até à exaustão e
com ela se diluindo. Há quem veja nela percursora do feminismo, da
revolta contra o universo normativo masculino. Há quem veja nela, o
discurso político, pacifista, participando das manifestações ideológicas
contra o sistema que atingirão o auge nos finais da década seguinte.

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