Passado em Itália durante a II Guerra Mundial, conta a história de um
comandante de bombardeiros, um herói incomparável e matreiro, que está
furioso porque milhares de pessoas que não conhece de lado nenhum querem
matá-lo. Mas o seu verdadeiro problema não é o inimigo - é o seu
próprio exército, que está sempre a aumentar o número de missões de voo
que os homens têm de cumprir para completarem a sua comissão de serviço.
Porém, se tenta arranjar uma desculpa para ser dispensado das perigosas
missões que lhe são atribuídas, viola a Catch-22, o Artigo 22, uma
norma burocrática hilariante mas ao mesmo tempo sinistra: um homem é
dado como doido se continuar a participar voluntariamente em perigosos
voos de combate, mas se apresentar um pedido formal de dispensa é
declarado mentalmente são e como tal é-lhe negada a dispensa.
Com o recurso à sátira, ao humor negro, e aparentando uma lógica irrefutável, o livro argumenta que a guerra é uma loucura, que os militares são loucos e, muito provavelmente, que a vida moderna é também uma loucura.
Com o recurso à sátira, ao humor negro, e aparentando uma lógica irrefutável, o livro argumenta que a guerra é uma loucura, que os militares são loucos e, muito provavelmente, que a vida moderna é também uma loucura.

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